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23 maio 2011

Site do LinkedIn tem vulnerabilidade de segurança

O site de redes sociais para profissionais LinkedIn apresenta falhas de segurança que tornam as contas de seus usuários vulneráveis a ataques de hackers, os quais poderiam conseguir invadir sem nem mesmo precisar de senhas, de acordo com o pesquisador de segurança que identificou o problema. 

Notícias sobre essas vulnerabilidades surgiram no final de semana, apenas alguns dias depois que o LinkedIn fez sua oferta pública inicial de ações, na semana passada, com alta de mais de 100% em sua cotação de abertura, o que evocou lembranças do boom de investimento na internet do final dos anos de 1990. 

Rishi Narang, um pesquisador independente de segurança na internet que trabalha perto de Nova Déli (Índia) e descobriu a falha, disse à Reuters no domingo que o problema está relacionado à maneira pela qual o LinkedIn administra um tipo comumente usado de arquivo de dados conhecido como cookie. Depois que um usuário insere seu nome e sua senha para acesso a uma conta, o LinkedIn cria o cookie LEO_AUTH_TOKEN no computador do usuário, que serve como chave para acesso à senha. 

Muitos sites usam cookies, mas o que torna incomum o do LinkedIn é que ele só expira um ano depois de sua data de criação, disse Narang.Ele expôs a vulnerabilidade em detalhes em um texto no seu blog (http://www.wtfuzz.com), no sábado. 

A maioria dos sites comerciais em geral usa cookies de acesso que expiram em 24 horas ou menos, se o usuário fizer log off antes do final desse prazo, disse Narang.
Há outras exceções, como os sites de bancos, cujos cookies em geral expiram depois de cinco ou dez minutos de inatividade. O Google oferece aos usuários o uso de cookies que permite que passem diversas semanas conectados, mas permite que o usuário decida primeiro. 

A longa duração do cookie do LinkedIn significa que qualquer pessoa que obtenha o arquivo pode carregá-lo em seu computador e ganhar acesso à conta do usuário por até um ano.
A empresa divulgou comunicado informando que já está tomando providências para proteger as contas de seus usuários. 

Fonte: Folha de S. Paulo

18 março 2011

Como maximizar o uso do LinkedIn no ambiente corporativo

A LinkedIn é considerada a principal rede social para profissionais, mas em seu cerne, o LinkedIn é um mecanismo de busca. Essa é a visão de Brad Mauney, diretor de busca e de computação em nuvem do LinkedIn.

“Temos dois tipos principais de busca sendo realizados no LinkedIn: as navegacionais, usadas por pessoas que acabam de entrar em uma empresa ou conheceram outro profissional em um evento e querem adicioná-los à sua rede de contatos; e a busca por perfis que atendam determinados critérios, como localização, segmento da indústria ou uma combinação entre os dois parâmetros.
Ultimamente, o LinkedIn tem-se concentrado em fazer desses tipos de buscas processos menos complicados. Em fevereiro, por exemplo, a rede social incrementou as opções de busca por empresas e adicionou filtros para as pessoas conseguirem resultados mais precisos.
Entre os tipos de busca realizadas no LinkedIn, três predominam: busca por pessoas, busca por empresas e buscas por vagas de trabalho. Apresentamos três maneiras de otimizar essas buscas:

1. Buscas por pessoas
Localizada no cabeçalho da interface principal do LinkedIn, a busca por pessoas usa uma série de filtros para encontrar um perfil correspondente aos nomes inseridos no campo de pesquisa. Entre essas opções estão  parâmetros de localização, de nível de conexão (primeiro, segundo e terceiro graus), empresa atual e empresa anterior.

Membros da rede que sejam assinantes pagos, têm à disposição mais opções de busca, como tempo de experiência, nível de expertise, entre outras.
De acordo com Mauney, a busca usando filtros é altamente recomendada na hora de procurar por algum contato ou na busca por eventuais vagas de trabalho.

Dica do especialista:
Ao usar as opções localizadas do lado esquerdo da interface de busca, fique de olho no item “shared connections” ou conexões compartilhadas (pessoas de um círculo comum de relacionamento profissional). Acessar a relação de contatos comuns pode ajudar a fazer contato com o profissional alvo da busca.

2. Busca por empresa
É outro canal de pesquisas que foi melhorado com mais opções, como localização, segmento, tamanho e nível de conexão com o usuário. A relação de empresas resultante é confrontada com o conteúdo do perfil de usuário na hora de apresentar o resultado da busca.
Para encontrar uma empresa, selecione esse tipo de busca nas opções ao lado do campo de pesquisas e insira os termos desejados.
É interessante “seguir” as empresas de interesse e receber atualizações sobre novas contratações e vagas em aberto.

Dica de especialista:
Realize uma busca por empresas sem inserir qualquer tipo de filtro. A relação resultante será hierárquica de acordo com o número de conexões que o usuário tem ligadas a essa empresa.

3. Busca por vagas de trabalho
Basta selecionar a opção “Jobs” (empregos) no campo de pesquisas. Insira os termos desejados e, se desejar, use os filtros disponíveis antes de digitar as palavras-chave.
Bastante parecido com as buscas por perfis e por empresas, a pesquisa por vagas também utiliza os recursos do uso de filtros para trazer os resultados. Entre essas opções estão o nome da empresa, data de abertura da vaga, local do trabalho, segmento e nível de experiência desejados.
Novamente, membros com contas pagas têm a opção de refinar os resultados de acordo com os honorários desejados.

Dica do especialista:
É muito vantajoso salvar os resultados de buscas por vagas de trabalho. Para tal, basta clicar no símbolo “+”, localizado no cabeçalho da página de buscas.
Se desejar, é possível salvar apenas alguns resultados. Isso pode ser feito passando com o cursor por cima do item apresentado e clicando na opção “salvar”. O status desse resultado pode ser visitado novamente no item “Saved Jobs” (vagas salvas), na barra de controle superior da interface do LinkedIn.

* Kristin Burnham – CIO/EUA